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Author : Thiago

Reunidos Express

Cliente: Reunidos Express
Job: Design de Interface, CMS, CSS / PHP, SEO
Link: www.reunidosexpress.com.br

Licitalog

Cliente: Licitalog
Job: Design de Interface, CMS, CSS / PHP, SEO
Link: www.licitalog.com.br

Reunidos Express e Licitalog com novo site!

É com grande prazer que nós postamos esta notícia, de mais dois projetos online.
O novo site da www.reunidosexpress.com.br e uma empresa do Grupo Reunidos www.licitalog.com.br

Visitem e naveguem nestes dois novos projetos e não deixem de darem seus comentários…

Até a próxima!

Gestalt do Objeto em Websites – analisando o comportamento do internauta – Parte 2

Apesar do dito acima não soar nada agradável para os verdadeiros Webdesigners e as verdadeiras Agências, esta é a infeliz realidade que nos cerca. Veremos neste segundo artigo sobre Gestalt do Objeto aplicado a Websites, a necessidade do estudo do comportamento e da percepção do internauta, o que de fato, pode levar bem mais que 24 horas!

A internet é uma mídia estabelecida e que conta com um público cada vez mais crescente. Então, por se tratar de um meio comercial e de negócios, necessita de estratégias de marketing, e é aí onde entra a produção publicitária. Entretanto, é digno de atenção o seguinte fato: por se tratar de um meio digital, eletrônico e de alto teor de informação, o comportamento do consumidor alvo da publicidade online é diferente do público que tem contato com as mídias tradicionais, fazendo com que o profissional de publicidade detenha mais do que a costumeira atenção sobre tal comportamento.

De fato, os Websites fornecem material multimídia e interativo, permitindo um contato mais personalizado e impactante com o seu público-alvo, afetando assim a percepção do usuário. Os designers do nosso século, em se tratando de internet, trabalham com ambientes diversos dos espaços físicos reais. Tais ambientes por serem simulados, acarretam muitas indagações ao serem comparados com a mídia impressa. Vemos a mudança do suporte, o brilho, a posição da página etc. O objeto gráfico físico é estático, enquanto o virtual é interativo, dinâmico, totalmente funcional, e que necessita de determinados comandos para dar as respostas certas. Um exemplo dessa dicotomia são os livros que têm uma usabilidade pré-determinada e imutável por toda nossa vida, pois desde o primeiro contato do ser humano até o seu último, a funcionalidade de virar as páginas e o manuseio, segurando-o pelas bordas, é imutável (Revista Webdesign, 2007).

Segundo relata Lucas Hirata, designer da Globo.com, os “projetos digitais podem provocar nossos olhos e ouvidos de maneira realmente impactante. Projetos impressos podem também ser comidos, cheirados e manipulados. O chocolate ‘SURPRESA’, da Nestlé, é um exemplo clássico. Como a percepção visual está diretamente ligada à vivência de cada um de nós, todas as nossas experiências sensoriais (táteis, olfativas, visuais, auditivas e gustativas) modificam a maneira como vemos e interpretamos as imagens. Para os nossos olhos, as diferenças dos sistemas de cores provocam percepções diferentes nos dois universos. No mundo digital, as cores são luzes emanadas de dispositivos eletrônicos. Em impressos, as cores são resultados das diversas luzes refletidas no ambiente onde o produto se encontra” (Revista Webdesign, p. 31-32, Janeiro, 2007).

Outro fator importante a ser observado é o que diz respeito ao tempo de exposição à peça gráfica que transmite a mensagem publicitária. Um dos princípios da publicidade define que quanto mais o público-alvo for exposto à mensagem publicitária, mais propenso ele estará a comprar ou adquirir um determinado produto ou serviço.

Você tem menos de dois minutos para se comunicar na primeira vez em que um potencial cliente visita seus Website. Este é o fato básico sobre a experiência Web: no que diz respeito a usuários, cada página deve justificar sua importância quando chamada. Se uma página não fizer isso imediatamente e de maneira clara, eles vão para outros sites (NIELSEN, LORANGER; 2007 p. 21).

Os estudos de Jacob Nielsen e sua equipe mostraram que os internautas são extremamente impacientes, pois eles gastaram uma média de 27 segundos em cada página da Web. Segundo ele, tal pressa é resultante do excesso de coisas inúteis na Internet e que se as pessoas analisassem cuidadosamente tudo o que encontram on-line, elas nunca conseguiriam se desconectar e viver sua vida. Ainda segundo tais pesquisas, em média, os usuários avaliados gastaram 1 minuto e 49 segundos visitando um Website antes de decidir abandoná-lo e partir para outro. E o que mais preocupa é que se concluiu que um site tem apenas 12% de probabilidade de ser revisitado, mostrando que quase sempre, ao perder um usuário, ele nunca voltará (NIELSEN, LORANGER; 2007). Queremos reforçar com tais estatísticas a idéia de que “a única esperança de um site para atrair novos clientes dependerá da facilidade de uso do mesmo durante a primeira visita” (NIELSEN, LORANGER; 2007, p.). Se o design não ajudar, os usuários gastarão a maior parte do tempo de permanência do site pensando em qual será o próximo site que irão visitar e com certeza será o de um concorrente. (NIELSEN, LORANGER; 2007).

Talvez o designer pense que na próxima visita o usuário estará mais adaptado a composição visual do site. Entretanto, vimos acima o índice pífio de retorno ao site depois do cliente rejeitá-lo apois o primeiro contato e, além disso, as pesquisas também mostram que a cada visita ao Website o internauta reduz o seu tempo de permanência na primeira página (NIELSEN, LORANGER; 2007), a qual é responsável pelo impacto que fará com que ele continue no site e veja os produtos ou serviços anunciados.

Corroborando a questão do tempo do usuário em relação à navegação do internauta e a característica interativa distintiva do meio, José Ricardo Cereja, coordenador pedagógico da graduação em Design Gráfico do Instituto Infnet e professor de Computação Gráfica da PUC – Rio, afirma que “em ambientes interativos, a dinâmica visual estabelece uma relação ‘tempo versus percepção’ que influencia na apreensão das imagens. Isto é, o tempo de observação que o usuário dedica a uma interface pode ser controlado tanto pelo designer que a projetou, através da composição de elementos e arquitetura de navegação, quanto pela velocidade com que a ação do usuário é realizada. Temos ainda as ações motoras controlando o tempo de ação e fazendo mudar todo o aparato visual em segundos. Isto vai influenciar diretamente a disposição das imagens, fundos, animações, inclusive, no ambiente interativo” (Revista Webdesign, p. 32, 2007). É digno de atenção que segundo o especialista, mesmo se tratando de um meio distinto com suas peculiaridades em termos de composição gráfica, onde se observa o alto valor funcional do conjunto, é possível sim que o designer controle o tempo de observação do usuário em relação a peça gráfica através da elaboração e disposição dos elementos. Nessa elaboração e disposição de elementos é que entram os princípios e teorias da Escola Gestalt.

Como já visto no primeiro artigo desta série, de acordo com a Gestalt, a arte e o design se fundam no princípio da pregnância da forma. Ou seja, na formação de imagens, os fatores de equilíbrio, clareza e harmonia visual constituem para o ser humano uma necessidade e, por isso, considerados indispensáveis, seja numa obra de arte, num produto industrial, numa peça gráfica, num edifício, numa escultura ou em qualquer outro tipo de manifestação visual… (GOMES FILHO, 2006, p.17). É fato que inconscientemente tendemos a organizar formas percebidas por nós, seguindo leis ou princípios. Se um designer souber aplicar tais leis de forma consciente, seus trabalhos gráficos serão mais objetivos, podendo assim agradar e transmitir a mensagem publicitária com eficácia, além de poder direcionar a atenção do usuário internauta para o que realmente importa.

Listamos abaixo as leis propostas pela Escola Gestalt e que são indicadas ao design em geral:

1º – Proximidade;

2º – Similaridade ou semelhança;

3° – Direção, boa continuidade, alinhamento ou simplesmente continuidade;

4° – Disposição Objetiva, aprendizagem ou experiência passada;

5° – Fechamento ou Clausura;

6° – Pregnanz ou simplesmente pregnância.

No próximo artigo veremos a aplicação prática de algumas das leis ou princípios da Gestalt no desenvolvimento de websites arrasadores.

Espero que tenham gostado. Até a próxima.

Referências:

NIELSEN, Jakob e LORANGER, Hoa. Usabilidade na web: projetando websites com qualidade. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2007.

Revista Webdesign, p. 32, Janeiro/2007

Crédito da matéria: http://www.fabioaires.com

Gestalt do objeto em websites – Parte 01

Este é o primeiro de uma série de artigos que falarão sobre as leis ou princípios da Escola Gestalt aplicados ao desenvolvimento do design de websites.

A Gestalt é uma Escola de Psicologia Experimental que teve como seus maiores pensadores Max WerTheimer (1880/1943), Wolfgang Kohler (1887/1967) e Kurt Koffka (1886/1941), da Universidade de Frankfurt, na Alemanha. Eles realizaram vários testes práticos de onde extraíram princípios, forças elementares da percepção visual humana, com base em suas observações. Segundo os teóricos, os humanos vêem, percebem os objetos não como figuras decompostas em outras menores e isoladas, mas sim como objetos relacionados, onde uma parte depende de outra para formar um chamado “todo”. Percebemos tal totalidade de maneira inconsciente e automática devido a forças internas fisiológicas e involuntárias, as quais chamaremos, neste artigo, conforme definido em tal Escola, de princípios ou leis. Keep Reading…

Lançamento CD O Caminho


Ae galera, é neste sábado dia 08/maio o lançamento do CD O Caminho, o qual nós da THC design e web tivemos o prazer de produzir encarte e algumas peças.
Foram disponibilizadas alguns trechos das músicas no site www.vineyardbauru.com.br/ocaminho

Sigam o www.twitter.com/CarlinhosFal7 e fiquem por dentro do lançamento e das promoções desta semana.

Abraços e nos vemos no lançamento!

Encarte O Caminho

Agora é final. Acima a capa aprovada do cd O Caminho, do compositor e ministro de louvor Carlinhos Falsetti, da Comunidade Vineyard Bauru.
O restante do encarte, vocês só vão ver quando comprarem o cd no dia do lançamento previsto para o dia 08 de Maio.
Maiores informações no site www.vineyardbauru.com.br/ocaminho

Deixem comentários sobre a capa e fiquem atentos para mais este lançamento.

Vem aí a Google TV

Empresa de busca trabalha com Intel e Sony para a criar televisores que rodarão Android (e seus aplicativos).

O Google trabalha com empresas como Intel e Sony, entre outras, para o lançamento da Google TV, que reúne serviços e hardwares, destinados a levar software e conteúdo da empresa para a tela da televisão. A informação foi divulgada ontem (17/3) pelo New York Times.

Segundo o jornal, o Google TV combinará o sistema operacional Android para smartphones (e seus aplicativos) com aparelhos de televisão e set-top boxes (dispositivos utilizados em funções como TV por assinatura). No coração dos equipamentos estarão os processadores Intel Atom.

A informação também foi divulgada pelo Wall Street Journal (em ambas as publicações, foram citadas, “fontes que não quiseram se identificar”). Um porta-voz do Google afirmou que a empresa não comenta rumores.

Além de rodar aplicativos desenvolvidos inicialmente para os celulares, as TV com Android permitirão navegar na Internet, com acesso a serviços de rede sociais como Twitter e sites de fotos como o Picasa, apestando pressionando o controle remoto.
Segundo o New York Times, o Google abrirá a plataforma para TV aos desenvolvedores do Android, com a oferta de um kit de desenvolvimento específico.

Várias empresas já usam Android em dispositivos feitos para TVs, como set-top boxes e aceleradoras gráficas 2D/3D, desenvolvidas com a arquitetura de chips MIPS. O Android foi desenvolvido para trabalhar com núcleos de processamento Arm (o mais utilizado em smartphones), mas algumas companhias conseguiram adaptá-lo a outras arquiteturas de processamento, incluindo MIPS e x86, da Intel.

Brasil atinge 2 milhões de domínios ‘.br’

O ‘.br’ levou 17 anos para chegar ao primeiro milhão de domínios registrados e pouco mais de três anos para dobrar o volume, destaca NIC.br.

O Brasil alcançou a marca de 2 milhões de domínios ‘.br’ na quinta-feira (11/3), anunciou o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR), na quinta-feira (11/3). A coordenação dos registros de nomes de domínio no País é feita pelo serviço Registro.br.

A soma já havia sido prevista pelo diretor-presidente do NIC.br – braço executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) -, Demi Getschko, em entrevista ao IDG Now!. Segundo ele, o ‘.br’ levou 17 anos para chegar ao primeiro milhão de domínios registrados e pouco mais de três anos para dobrar o volume.

Mesmo durante a crise financeira mundial entre os anos de 2007 e 2009, a taxa de crescimento de registros de domínios se manteve estável, em torno de 20% anuais, ressalta Getschko, no comunicado do NIC.br.

O código brasileiro publicado há 21 anos, em 1989, está entre os dez com maior número de registros no mundo.

Contando a anuidade de 30 reais cobrada pela manutenção de cada domínio, o NIC.br terá uma receita de mais de 60 milhões por ano.

Telefônica lidera ranking de reclamações do Procon de 2009

Companhia foi responsável por 37% de todas as queixas recebidas pela instituição no ano passado.

A Telefônica aparece pela quarta vez consecutiva no topo do ranking de Cadastro de Reclamações Fundamentadas divulgado nesta sexta-feira (12/3) pela Fundação Procon-SP. O levantamento abrange o período de 1/1/2009 a 31/12/2009, e inclui os rankings de fornecedores do ano.

Responsável por 37% de todas as reclamações recebidas pela fundação em 2009, os problemas mais frequentes apresentados pela operadora referem-se ao serviço de banda larga Speedy. Esse desempenho  negativo foi o pior já registrado em toda a história da fundação, revelou o diretor executivo da Fundação Procon-SP, Roberto Pfeiffer.

De acordo com ele, a empresa já foi convocada para audiências coletivas em 2010 com o objetivo de aperfeiçoar os serviços aos clientes. ” Oferecemos um acordo de redução no número de atendimentos. Em abril faremos um balanço dessas reuniões”, disse Pfeiffer.

Na avaliação do  diretor, companhias como a Telefônica terão que alterar uma série de práticas impostas de maneira errônea ao consumidor e aperfeiçoar o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC).

Das dez empresas com mais reclamações, cinco delas são empresas do setor de telefonia. O setor foi o que mais gerou reclamações fundamentadas. Sozinho, ele detém 45,80% de todas as queixas registradas pelo Procon durante o ano. A Sony Ericsson ficou na quarta posição, seguida pela Tim, em quinto, e a Claro, na sexta colocação. A Embratel ficou em décimo lugar.

“Estamos em um momento de mudanças de procedimentos. Já notificamos as vinte prmeiras empresas colocadas no ranking, assim como as três primeiras de cada área”, ressalta Pfeiffer. Segundo ele, uma alteração no valor das multas pode ser necessário.

Números
No total, a Telefônica recebeu 15.337 reclamações em 2009, das quais 10.961 foram atendidas e 4.376 ficaram pendentes.  Já a Sony Ericsson recebeu 1.288 queixas e deixou de atender 96 delas.

A Tim registrou a pior porcentagem de atendimento. De 1.112 reclamações, a empresa atendeu apenas 585, menos da metade. Já a Claro registrou 906 reclamações, das quais 555 foram atendidas, seguida pela Embratel com 695 reclamações e 591 delas atendidas.

Outras empresas ligadas ao setor de telefonia constam entre o décimo e o 20º posto no ranking, como Oi, Nokia, Vivo e Samsung.

Falta energia para Eletropaulo
Problemas de atraso no envio de contas, erros de leitura, suspensão no fornecimento, serviço de informações ao consumidor defasado fizeram a Eletropaulo Metropolitana ter um aumento de 230% das reclamações em relação a 2008. A empresa oculpa hoje a terceira colocação.

“A empresa investiu muito pouco em sua área técnica. Com esses números nossa preocupação só aumenta, iremos pressionar a Eletropaulo” afirma Pfeiffer