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Author : Thiago

Justiça levará banda larga a regiões isoladas na Amazônia

O Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) instalará 150 antenas de comunicação via satélite para interligar as varas de justiça, situadas em pontos mais isolados da Amazônia aos Tribunais de Justiça do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso e Roraima. O projeto, em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), faz parte da modernização do parque tecnológico do Sipam.

Atualmente, o Sipam possui  565 antenas de comunicação via satélite em pontos isolados, que permitem  acesso a banco de dados, telefone e internet. Dispõe também de  uma banda de satélite que  retende usar para a ligação das varas à internet rápida. “Com isso, elas terão maior velocidade de conexão e condições de implementar os sistemas processuais do Judiciário para a troca efetiva de informações com os tribunais de Justiça”, explica Paulo Cristovão Silva Filho, juiz auxiliar da presidência do CNJ.

Em 2009, o Sipam investiu R$ 9 milhões na revitalização e modernização de parte do parque tecnológico, com a aquisição de 1.033 novas antenas. Aos poucos, as antenas do parque do tecnológico do Sipam serão substituídas pelos novos equipamentos. A expectativa é que em dois anos todas as antenas sejam substituídas pelas novas, permitindo um salto de tecnologia. “Será quase como se saíssemos do acesso discado para a banda larga”, explica o diretor-geral do Sipam, Rogério Guedes Soares.

Além disso, o Sipam também adquiriu duas novas estações HUB, sistema que interliga todas as antenas.

Órgãos como Funai, Polícia Federal, Exército, Aeronáutica, Embrapa, governos dos Estados, prefeituras, Ibama, Defesa Civil, ICMBio utilizam as antenas instaladas na Amazônia. Segundo o Sipam, o sistema têm ajudando no trabalho desses órgãos, que precisam de comunicação em lugares isolados.

Agora chegou a vez da Justiça brasileira passar a fazer uso do sistema.

“Essa parceria tem um enorme significado para a Justiça brasileira”, disse o presidente do Supremo Tribunal federal e do CNJ, ministro Gilmar Mendes, lembrando que ele melhorará o atendimento do judiciário ao cidadão”, afirmou. Segundo ele, o Amapá também deverá instalar uma dessas antenas em um barco, viabilizando a justiça itinerante.

O acordo de cooperação entre o Sipam e o CNJ tem duração de 5 anos.

Photoshop completa 20 anos

O Adobe Photoshop completa hoje 20 anos. O programa domina o mercado de edições de imagens.

Atualmente, a maioria das imagens disponíveis em qualquer meio de comunicação estão tratadas pelo Photoshop. A influência se consolida nos termos específicos para a edição de imagens: “photoshopar” ou “passar um photoshop”.

No início, os criadores do programa enfrentaram alguns obstáculos para colocá-lo no mercado. Assim que os irmãos Thomas e John Knoll, que criaram o Photoshop, suspeitaram que software de sua tese de doutorado poderia dar algum retorno financeiro, procuraram investidores no Vale do Silício, mas só ouviram não como resposta.

Mas uma pequena desenvolvedora chamada Barneyscan comprou uma licença a curto prazo e desenvolveu o software Barneyscan XP, que vendeu somente 200 cópias. Atualmente, “geeks do Photoshop” que possuem cópias de disquetes do que era oficialmente a versão 0.87 do programa sentem orgulho disso.

A Adobe finalmente viu no programa uma oportunidade e o licenciou em 1989. No dia 10 de fevereiro de 1990, o Adobe Photoshop 1.0 foi lançado, a princípio, com exclusividade para Mac.

Atualmente, o Photoshop é o software mais popular do mundo no seguimento. O programa possui versões para sistemas operacionais móveis, como o Android, e pode ser acessado pela web, no site Photoshop.com.

Com informações de Macworld

Google vai testar acesso à web por fibra ótica

Nesta semana, o Google anunciou o programa Google Fiber for Communities, no qual a companhia vai testar o acesso à web por fibra ótica em vários locais nos Estados Unidos. De acordo com o Google, a tecnologia terá preço competitivo.

No site oficial do programa, é informado que a velocidade poderá chegar a até 1 gigabit por segundo, tornando o serviço do Google aproximadamente 100 vezes mais rápido do que a maioria das conexões usadas nos EUA.

O serviço será disponibilizado para um mínimo de 50 mil assinantes e máximo de 500 mil.

Com informações de BABOO

Como o marketing da expectativa tornou a Apple um objeto de desejo

Evento de lançamento do iPad, que atraiu as atenções do mundo inteiro, foi o clímax de uma estratégia de marketing que começou meses antes.

Na quarta-feira (27/1), Steve Jobs repetiu a cena que o mundo da tecnologia e a mídia internacional estão acostumados. Vestido com sua tradicional calça jeans desbotada – sem cinto -, camisa preta e tênis, o mítico fundador da Apple apresentou mais um produto da companhia. Desta vez, a estrela foi o iPad, uma espécie de misto de iPhone e netbook.

As cenas do tablet nas mãos de Jobs rodaram o mundo instantaneamente, comentadas em tempo real por um sem-número de blogs, sites e fóruns de discussão. Jobs foi o centro dos holofotes de veículos da mídia tradicional de todo o mundo.

A demonstração de que o poder de marketing capitaneado pela Apple é arrebatador é o fato de que o evento de lançamento do iPad congestionou o Twitter, derrubou vários sites e bagunçou  a entrega de e-mails nos EUA. Enquanto Steve Jobs apresentava o tablet, profissionais de tecnologia em várias partes daquele país quebravam a cabeça para colocar seus servidores novamente no ar.

As primeiras chacoalhadas no microblog foram percebidas por volta das 10h (horário de São Francisco, 16h no Brasil), com o início do evento. Usuários do Twitter começaram a reclamar da lentidão para publicar mensagens ou mesmo a perda de textos.

Outra vítima foi o software Cover It Live, usado por diversos sites para a transmissão de eventos ao vivo com texto e recursos de chat, que parou por cerca de 20 minutos. Com isso, a cobertura de publicações como PC World-EUA , Technologizer, Engadget e Gizmodo foi prejudicada.

Como se vê, o evento realizado no Centro Yerba Buena, em São Francisco, foi mais que um simples lançamento de um produto. Foi um espetáculo midiático capaz de ofuscar até Barack Obama, que, no mesmo dia, fazia o discurso no Congresso americano que marca o início de seu segundo ano de seu mandato.

Como Jobs e sua Apple conseguem tamanha proeza?

Nos mínimos detalhes

O ponto de partida para se chegar a uma resposta é ter a consciência de que o evento em São Francisco foi o clímax de uma estratégia de marketing devidamente planejada que começou meses antes, num processo que a companhia repete a cada produto bombástico que coloca no mercado, como o iPod e o iPhone, apenas para citar os dois exemplos desta década.

Essa estratégia se baseia especialmente no boca-a-boca e na criação de expectativas, que alimentam comentários e rumores ao longo de meses em blogs, sites e fóruns de discussão na internet.

O iPad, por exemplo, era assunto na web havia pelo menos uns seis meses. Se a Apple não se pronunciava oficialmente – nem para confirmar os boatos de que lançaria um tablet nem para desmentir supostas características do produto que nem sequer existia-, como é possível que, no dia 27/1, já se tinha praticamente a certeza de que a companhia lançaria o tão aguardado tablet?

“No começo de sua história, a Apple recorria mais à propaganda. Hoje, como sua marca esta bem fixada na cabeça das pessoas, ela adota outro caminho. Sua estratégia é a do marketing da expectativa. O Steve Jobs parou o mundo nesta semana. Ele consegue isso porque tem uma marca muito bem construída e produtos de sucesso”, analisa Moacir Neto, diretor de criação da DM9DDB.

Preparação
A aura de expectativa é criada a partir supostos vazamentos de informação sobre futuros produtos, que cumprem o papel atiçar a curiosidade e ao mesmo tempo “educar” jornalistas e consumidores a respeito de funcionalidades de produtos que muitas vezes inauguram categorias.

“A Apple vai soltando pílulas de informação sobre os produtos em fase de preparação, mas o faz a conta-gotas, não entrega o ouro. Jobs sabe o que abrir ou não, para evitar os movimentos da concorrência. E os eventos de lançamentos são como o capítulo final de uma novela”, reforça Neto.

“A Apple tem a capacidade de criar necessidades nos consumidores. O mercado fica ávido por informações. O tablet, por exemplo, era aguardado havia meses”, afirma Renata Bokel, diretora de planejamento da agência de comunicação Fischer +Fala!

“Com esse tipo de estratégia, a Apple cria no  consumidor o desejo da informação, o que obriga os veículos a ir atrás dela”, afirma Marcelo Trípoli, sócio da agência digital iThink. “Mas a questão central é que, para fazer isso, a companhia precisa confiar muito no seu produto. Caso contrário, geraria frustração nas pessoas. E a Apple confia nos produtos dela”, reforça.

A cabeça de Steve Jobs

No livro “A cabeça de Steve Jobs” (Editora A Negócios), o jornalista americano Leander Kahney, especialista no universo Apple, escreve que os eventos anuais da companhia de Steve Jobs são um “teatro de marketing, encenado para a imprensa mundial”.

As apresentações dos produtos fazem parte de “campanhas maiores e coordenadas que são executadas com uma precisão que impressionaria um general”, diz Kahney.

“As campanhas combinam boatos e surpresas com marketing tradicional, e, para garantir sua eficiência, dependem de um grande sigilo”, diz.

Segundo Kahney, ao atrair as atenções para um show de marketing como o que se viu na quarta-feira, em São Francisco – quando apenas se intui o que será apresentado e os detalhes são escondidos a sete chaves -,  é como se a Apple dissesse à mídia, investidores e consumidores do mundo inteiro: “Eu tenho um segredo, adivinhe qual é”.

Facebook registra 400 milhões de usuários no mundo

O Facebook completou seis anos de vida ontem, quando anunciou ter chegado à marca de 400 milhões de usuários e uma nova página inicial, disponível, inicialmente, para 80 milhões de pessoas.

Para o site Inside Facebook, a nova homepage traz funcionalidades que melhoram a navegação através dos updates.

De acordo com o CEO da rede social, Mark Zuckerberg, há um ano o Facebook não tinha metade dos usuários cadastrados que possui atualmente. O executivo disse que a empresa está preparando novidades em comemoração aos seis anos da maior rede social do mundo.

Com informações de Infosfera

Cuidado! Querem matar suas idéias!

Nós, profissionais criativos, desde cedo aprendemos o valor inestimável das idéias em nosso ramo de atuação. Somos antenas parabólicas de alta percepção, recebendo todas as idéias e agregando as referências em nosso subconsciente. Nosso objetivo é sempre encontrar a melhor idéia, a mais criativa, quebrando todos os paradigmas e servindo de referência futura com nossos trabalhos.

Porém, na medida em que nos relacionamos com o mercado, coisas estranhas começam a acontecer.

Inexplicavelmente, todos os caros conceitos estudados por anos a fio em cursos diversos passam a valer muito pouco, quase nada. Você começa a descobrir que é tratado como um maquiador (com todo o respeito que a classe merece), quando dizem que a estrutura está pronta, a AI também e que agora você tem que deixar “bonitinho” (sendo que o “bonitinho” é o feio bem arrumado, segundo um grande amigo). Como assim?

É duro, mas é verdade. Via de regra, nós, designers, somos vistos assim. Decoradores de interfaces, “enfeitadores” de estruras “prontas” e só.

Verdades absolutas são sempre questionáveis

Você está inserido num contexto racional, lógico. Os prazos são irreais, as condições são surreais e o salário ultrapassado (com essa merreca vivia-se bem há uns… 10 anos). Provavelmente lida com gerentes de projeto o tempo todo, com suas planilhas controladoras.

“Quanto tempo leva pra criar uma página?”

“Quanto tempo você leva pra fazer um banner?”

Tais perguntas perturbam seu atribulado sono: como tangenciar o intangível?

O corporativismo e o genocídio da criatividade

Corporativistas são chatos e pentelhos, por definição.

Quando são afrontados com argumentos com os quais não podem lidar, lembram, de forma nada sutil, que são eles que trazem dinheiro, clientes e negócios para a empresa e que, portanto, sem eles seu salário (nem mesmo seu emprego) existiria.

Tratam o criativo como os artesãos hippies das praias badaladas em época de temporada, com aquele ar de “ele é tão criativo e talentoso, mas não sabe ganhar dinheiro”. Então, como bom samaritanos, fazem a gentileza de comercializar, de maneira eficiente, seus devaneios criativos.
Certo? Errado.

Não demorará muito pra exibirem páginas amareladas de algum anuário de propaganda, dando ordens pra que você COPIE determinada solução gráfica. Ou, pior, passam urls do tipo template monster, dizendo que “é só pegar uma idéia dessas aqui, mudar o loguinho, dar um tapa e pronto”. Não é impossível ser criativo numa realidade assim. Talvez seja melhor vender artesanato na praia.

Nunca se esqueça:

  1. Você é criativo, portanto, deve estar em ambientes que possibilitem a livre expressão;
  2. Para um criativo, a empresa é uma continuação do home studio. Se você vai para o trabalho deprimido, algo está errado;
  3. Se o seu chefe não respeita o trabalho de outros, mandando fazer uma cópia, jamais respeitará o seu;
  4. Você é capaz, sabe o que quer e, sim, pode adquirir (se é que já não tem) tino comercial. Não precisa que ninguém comercialize seu trabalho. Você mesmo pode fazer isso;
  5. Seja feliz, sempre. Se algo lhe deixa triste, mude o paradigma e busque novos horizontes. Azar de quem não soube reconhecer o seu valor.

Banda larga chega a 66% das escolas públicas urbanas do Brasil

Balanço da Anatel foi divulgado nesta quarta-feira (3/2) pelo Ministério das Comunicações; meta é levar serviço a cerca de 65 mil escolas.

O Programa Banda Larga nas Escolas levou conexão rápida à internet a dois terços das escolas públicas urbanas do país, informou nesta quarta-feira (3/2) o Ministério das Comunicações.

Pelo balanço feito pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de abril de 2008, quando o programa foi criado, até dezembro do ano passado 43.192 escolas, ou 66,57% do total, receberam o serviço de banda larga – o projeto abrange 64.879 escolas.

A agência afirmou que a meta para 2009, de 80% das escolas públicas urbanas com banda larga, não foi atingida por conta de alguns impasses. Um exemplo é São Paulo, onde o governo estadual mantém um projeto semelhante e, para aderir ao programa, pediu algumas modificações à Anatel.

Segundo os números da Anatel, os estados com mais escolas conectadas são Minas Gerais (4.962), São Paulo (4.842), Rio de Janeiro (4.080) e Bahia (4.026). Roraima, Amapá e Acre são que tem menos escolas com banda larga. Cada estado tem 68, 131 e 187, respectivamente.

A espectativa do Ministério é que até o fim de 2010 todas as escolas públicas urbanas estejam conectadas, o que beneficiaria cerca de 37 milhões de estudantes.

Por Redação do IDG Now!

Intolerância com sites lentos cresce entre usuários da web

Estudo mostra que consumidores deixam de completar transações e migram para concorrência caso site demore para carregar ou apresente problemas.

Usuários têm pouca paciência com sites de lojas, bancos e agências de viagem que são lentos, agem de maneira errada ou quebram durante transações, de acordo com uma análise da empresa de monitoramento web, Gomez., adquirida pela Compuware.

Enquanto compradores estão dispostos enfrentar muitas filas nas lojas da vida real durante as festas de fim de ano, eles não querem saber de revendedores de web que demoram a abrir devido ao aumento do tráfego online, diz Loeb.

Mais de dois terços dos entrevistados dizem que não têm mais tolerância do que em épocas normais. “Eles esperam que os sites sejam tão rápidos como em dias comuns”, afirmou Loeb.

“O desempenho da web tem impacto nos negócios, seja em relação à receita, conversões ou banda”, disse o vice-presidente de marketing da Gomez, Jeff Loeb.

Para o estudo, a Gomez entrevistou 1,5 mil pessoas que conduziram transações pela internet durante as festas de fim de ano, períodos de férias escolares e mudanças de ações de mercado.

A pesquisa, feita em dezembro de 2009, descobriu que 78% dos consumidores passaram para sites rivais ao enfrentar demoras, erros ou problemas de transação.

Além disso, 88% não voltam ao site cujo desempenho os desapontou. A marca da empresa também sofre. “Pessoas são impacientes atualmente e não querem esperar”, ele disse. “Eles têm outras chances.”

Em 2009, 72% dos entrevistados encontraram sites mais lentos durante épocas de pico, como festas de fim de ano. Em adição, 58% relataram erros e 51% encontraram problemas ao finalizar as transações.

O problema afeta os três tipos de sites: lojas, agências de viagens e bancos. “As expectativas do usuário não foram atingidas durante as épocas de pico do ano passado”, disse Loeb.

Não apenas os usuários farão seus negócios em outros lugares, como também devem compartilhar suas experiências ruins em redes sociais. Dos entrevistados, 42% responderam que compartilhariam as experiências dessa forma, de acordo com o estudo.

Dicas
Problemas em sites estão se tornando cada vez menos comuns, e varejistas, instituições financeiras e agências de viagens precisam ajustar o desempenho para que a experiência do consumidor seja consistente. “A próxima fronteira é o tempo de resposta”, segundo Loeb.

Para cumprir estas metas, a Gomez recomenda que as empresas determinem se seus aplicativos e sua infraestrutura podem suportar altos volumes de tráfego em horas de pico realizando testes.

“Organizações devem saber o quanto aguentam, quantos usuários podem acomodar antes do desempenho começar a cair”, diz Loeb. “Épocas de pico são as que geram mais receita, então você deve estar confiante de que tudo foi testado e que funcionará corretamente”.

Além disso, as empresas precisam garantir que seus sites funcionem tão bem quanto concorrentes e líderes da indústria, porque são essas as expectativas dos consumidores.

Finalmente, os sites precisam ser continuamente monitorados, particularmente da perspectiva do usuário.

(Juan Carlos Perez)

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Redes Sociais, Blogs e Publicidade Online

Imagine milhões de potenciais consumidores reunidos em um espaço para troca de informações, ideias e conceitos. O seu público alvo a alguns cliques de distância, e o seu produto anunciado de uma forma instantânea e efetiva. O resultado que as mídias tradicionais proporcionavam por um alto custo, as novas mídias online estão superando. E o melhor de tudo: a um custo bem menor.

Melhor ainda se o design, ou seja, o visual do seu blog ou do seu twitter tiver a sua cara, a identidade visual da sua empresa!

As mídias sociais se tornaram um verdadeiro fenômeno. Blogs, Orkut, Facebook, Twitter, fóruns, e-groups, instant messengers, wikis e sites de Sharing (YouTube, Flickr) são visitados diariamente por 2/3 da população global. No Brasil, 80% dos usuários da rede usam as mídias sociais, e o tempo gasto nos sites de relacionamento tem crescimento três vezes superior à média da internet.

As pessoas buscam nas mídias sociais um espaço para compartilhar experiências, encontrar pessoas e aumentar suas redes de contato. Surgiram comunidades de diversos assuntos, agrupando usuários por gostos, opiniões e interesses. Não demorou muito para as empresas descobrirem que essas redes poderiam ser uma forma eficiente e rápida para divulgar sua marca e ainda estreitar a relação com os clientes.

Um estudo feito em setembro de 2008 pela empresa americana Cone INC. (Business in social media study) constatou que 93% dos usuários de mídias sociais acreditam que as empresas deveriam estar nessas redes, e 85% acredita que estas empresas devem não só estar nas redes sociais, mas também interagir com seus clientes. A Petrobrás, a Claro e a IBM criaram blogs corporativos. A Dell, a Samsung, a Starbucks e a Ford aderiram ao microblog Twitter para manter os clientes informados de suas novidades. As pequenas e médias empresas também estão descobrindo as vantagens da rede. Seus produtos e serviços são divulgados mundialmente a milhões de consumidores cada vez mais interessados.

As empresas utilizam essa estratégia de marketing para tornar a marca mais acessível aos seus clientes, inserindo-a no dia-a-dia do seu consumidor, e informá-los de todas as atualizações, desde os lançamentos de produtos até promoções e ofertas. Torna-se uma forma interativa, e em tempo real, de estar em constante contato com o cliente, que pode dar suas sugestões e fazer suas reclamações. Entre as vantagens está o feedback imediato da aceitação do produto e da marca. É possível dizer que as mídias sociais tornaram as relações entre empresas e clientes, que antes eram estritamente comerciais, em relações sociais.

Entre em contato conosco e aproveite tudo o que a internet pode oferecer a sua empresa e seus negócios!