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Como o marketing da expectativa tornou a Apple um objeto de desejo

Evento de lançamento do iPad, que atraiu as atenções do mundo inteiro, foi o clímax de uma estratégia de marketing que começou meses antes.

Na quarta-feira (27/1), Steve Jobs repetiu a cena que o mundo da tecnologia e a mídia internacional estão acostumados. Vestido com sua tradicional calça jeans desbotada – sem cinto -, camisa preta e tênis, o mítico fundador da Apple apresentou mais um produto da companhia. Desta vez, a estrela foi o iPad, uma espécie de misto de iPhone e netbook.

As cenas do tablet nas mãos de Jobs rodaram o mundo instantaneamente, comentadas em tempo real por um sem-número de blogs, sites e fóruns de discussão. Jobs foi o centro dos holofotes de veículos da mídia tradicional de todo o mundo.

A demonstração de que o poder de marketing capitaneado pela Apple é arrebatador é o fato de que o evento de lançamento do iPad congestionou o Twitter, derrubou vários sites e bagunçou  a entrega de e-mails nos EUA. Enquanto Steve Jobs apresentava o tablet, profissionais de tecnologia em várias partes daquele país quebravam a cabeça para colocar seus servidores novamente no ar.

As primeiras chacoalhadas no microblog foram percebidas por volta das 10h (horário de São Francisco, 16h no Brasil), com o início do evento. Usuários do Twitter começaram a reclamar da lentidão para publicar mensagens ou mesmo a perda de textos.

Outra vítima foi o software Cover It Live, usado por diversos sites para a transmissão de eventos ao vivo com texto e recursos de chat, que parou por cerca de 20 minutos. Com isso, a cobertura de publicações como PC World-EUA , Technologizer, Engadget e Gizmodo foi prejudicada.

Como se vê, o evento realizado no Centro Yerba Buena, em São Francisco, foi mais que um simples lançamento de um produto. Foi um espetáculo midiático capaz de ofuscar até Barack Obama, que, no mesmo dia, fazia o discurso no Congresso americano que marca o início de seu segundo ano de seu mandato.

Como Jobs e sua Apple conseguem tamanha proeza?

Nos mínimos detalhes

O ponto de partida para se chegar a uma resposta é ter a consciência de que o evento em São Francisco foi o clímax de uma estratégia de marketing devidamente planejada que começou meses antes, num processo que a companhia repete a cada produto bombástico que coloca no mercado, como o iPod e o iPhone, apenas para citar os dois exemplos desta década.

Essa estratégia se baseia especialmente no boca-a-boca e na criação de expectativas, que alimentam comentários e rumores ao longo de meses em blogs, sites e fóruns de discussão na internet.

O iPad, por exemplo, era assunto na web havia pelo menos uns seis meses. Se a Apple não se pronunciava oficialmente – nem para confirmar os boatos de que lançaria um tablet nem para desmentir supostas características do produto que nem sequer existia-, como é possível que, no dia 27/1, já se tinha praticamente a certeza de que a companhia lançaria o tão aguardado tablet?

“No começo de sua história, a Apple recorria mais à propaganda. Hoje, como sua marca esta bem fixada na cabeça das pessoas, ela adota outro caminho. Sua estratégia é a do marketing da expectativa. O Steve Jobs parou o mundo nesta semana. Ele consegue isso porque tem uma marca muito bem construída e produtos de sucesso”, analisa Moacir Neto, diretor de criação da DM9DDB.

Preparação
A aura de expectativa é criada a partir supostos vazamentos de informação sobre futuros produtos, que cumprem o papel atiçar a curiosidade e ao mesmo tempo “educar” jornalistas e consumidores a respeito de funcionalidades de produtos que muitas vezes inauguram categorias.

“A Apple vai soltando pílulas de informação sobre os produtos em fase de preparação, mas o faz a conta-gotas, não entrega o ouro. Jobs sabe o que abrir ou não, para evitar os movimentos da concorrência. E os eventos de lançamentos são como o capítulo final de uma novela”, reforça Neto.

“A Apple tem a capacidade de criar necessidades nos consumidores. O mercado fica ávido por informações. O tablet, por exemplo, era aguardado havia meses”, afirma Renata Bokel, diretora de planejamento da agência de comunicação Fischer +Fala!

“Com esse tipo de estratégia, a Apple cria no  consumidor o desejo da informação, o que obriga os veículos a ir atrás dela”, afirma Marcelo Trípoli, sócio da agência digital iThink. “Mas a questão central é que, para fazer isso, a companhia precisa confiar muito no seu produto. Caso contrário, geraria frustração nas pessoas. E a Apple confia nos produtos dela”, reforça.

A cabeça de Steve Jobs

No livro “A cabeça de Steve Jobs” (Editora A Negócios), o jornalista americano Leander Kahney, especialista no universo Apple, escreve que os eventos anuais da companhia de Steve Jobs são um “teatro de marketing, encenado para a imprensa mundial”.

As apresentações dos produtos fazem parte de “campanhas maiores e coordenadas que são executadas com uma precisão que impressionaria um general”, diz Kahney.

“As campanhas combinam boatos e surpresas com marketing tradicional, e, para garantir sua eficiência, dependem de um grande sigilo”, diz.

Segundo Kahney, ao atrair as atenções para um show de marketing como o que se viu na quarta-feira, em São Francisco – quando apenas se intui o que será apresentado e os detalhes são escondidos a sete chaves -,  é como se a Apple dissesse à mídia, investidores e consumidores do mundo inteiro: “Eu tenho um segredo, adivinhe qual é”.

Facebook registra 400 milhões de usuários no mundo

O Facebook completou seis anos de vida ontem, quando anunciou ter chegado à marca de 400 milhões de usuários e uma nova página inicial, disponível, inicialmente, para 80 milhões de pessoas.

Para o site Inside Facebook, a nova homepage traz funcionalidades que melhoram a navegação através dos updates.

De acordo com o CEO da rede social, Mark Zuckerberg, há um ano o Facebook não tinha metade dos usuários cadastrados que possui atualmente. O executivo disse que a empresa está preparando novidades em comemoração aos seis anos da maior rede social do mundo.

Com informações de Infosfera

Cuidado! Querem matar suas idéias!

Nós, profissionais criativos, desde cedo aprendemos o valor inestimável das idéias em nosso ramo de atuação. Somos antenas parabólicas de alta percepção, recebendo todas as idéias e agregando as referências em nosso subconsciente. Nosso objetivo é sempre encontrar a melhor idéia, a mais criativa, quebrando todos os paradigmas e servindo de referência futura com nossos trabalhos.

Porém, na medida em que nos relacionamos com o mercado, coisas estranhas começam a acontecer.

Inexplicavelmente, todos os caros conceitos estudados por anos a fio em cursos diversos passam a valer muito pouco, quase nada. Você começa a descobrir que é tratado como um maquiador (com todo o respeito que a classe merece), quando dizem que a estrutura está pronta, a AI também e que agora você tem que deixar “bonitinho” (sendo que o “bonitinho” é o feio bem arrumado, segundo um grande amigo). Como assim?

É duro, mas é verdade. Via de regra, nós, designers, somos vistos assim. Decoradores de interfaces, “enfeitadores” de estruras “prontas” e só.

Verdades absolutas são sempre questionáveis

Você está inserido num contexto racional, lógico. Os prazos são irreais, as condições são surreais e o salário ultrapassado (com essa merreca vivia-se bem há uns… 10 anos). Provavelmente lida com gerentes de projeto o tempo todo, com suas planilhas controladoras.

“Quanto tempo leva pra criar uma página?”

“Quanto tempo você leva pra fazer um banner?”

Tais perguntas perturbam seu atribulado sono: como tangenciar o intangível?

O corporativismo e o genocídio da criatividade

Corporativistas são chatos e pentelhos, por definição.

Quando são afrontados com argumentos com os quais não podem lidar, lembram, de forma nada sutil, que são eles que trazem dinheiro, clientes e negócios para a empresa e que, portanto, sem eles seu salário (nem mesmo seu emprego) existiria.

Tratam o criativo como os artesãos hippies das praias badaladas em época de temporada, com aquele ar de “ele é tão criativo e talentoso, mas não sabe ganhar dinheiro”. Então, como bom samaritanos, fazem a gentileza de comercializar, de maneira eficiente, seus devaneios criativos.
Certo? Errado.

Não demorará muito pra exibirem páginas amareladas de algum anuário de propaganda, dando ordens pra que você COPIE determinada solução gráfica. Ou, pior, passam urls do tipo template monster, dizendo que “é só pegar uma idéia dessas aqui, mudar o loguinho, dar um tapa e pronto”. Não é impossível ser criativo numa realidade assim. Talvez seja melhor vender artesanato na praia.

Nunca se esqueça:

  1. Você é criativo, portanto, deve estar em ambientes que possibilitem a livre expressão;
  2. Para um criativo, a empresa é uma continuação do home studio. Se você vai para o trabalho deprimido, algo está errado;
  3. Se o seu chefe não respeita o trabalho de outros, mandando fazer uma cópia, jamais respeitará o seu;
  4. Você é capaz, sabe o que quer e, sim, pode adquirir (se é que já não tem) tino comercial. Não precisa que ninguém comercialize seu trabalho. Você mesmo pode fazer isso;
  5. Seja feliz, sempre. Se algo lhe deixa triste, mude o paradigma e busque novos horizontes. Azar de quem não soube reconhecer o seu valor.

Banda larga chega a 66% das escolas públicas urbanas do Brasil

Balanço da Anatel foi divulgado nesta quarta-feira (3/2) pelo Ministério das Comunicações; meta é levar serviço a cerca de 65 mil escolas.

O Programa Banda Larga nas Escolas levou conexão rápida à internet a dois terços das escolas públicas urbanas do país, informou nesta quarta-feira (3/2) o Ministério das Comunicações.

Pelo balanço feito pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de abril de 2008, quando o programa foi criado, até dezembro do ano passado 43.192 escolas, ou 66,57% do total, receberam o serviço de banda larga – o projeto abrange 64.879 escolas.

A agência afirmou que a meta para 2009, de 80% das escolas públicas urbanas com banda larga, não foi atingida por conta de alguns impasses. Um exemplo é São Paulo, onde o governo estadual mantém um projeto semelhante e, para aderir ao programa, pediu algumas modificações à Anatel.

Segundo os números da Anatel, os estados com mais escolas conectadas são Minas Gerais (4.962), São Paulo (4.842), Rio de Janeiro (4.080) e Bahia (4.026). Roraima, Amapá e Acre são que tem menos escolas com banda larga. Cada estado tem 68, 131 e 187, respectivamente.

A espectativa do Ministério é que até o fim de 2010 todas as escolas públicas urbanas estejam conectadas, o que beneficiaria cerca de 37 milhões de estudantes.

Por Redação do IDG Now!

Intolerância com sites lentos cresce entre usuários da web

Estudo mostra que consumidores deixam de completar transações e migram para concorrência caso site demore para carregar ou apresente problemas.

Usuários têm pouca paciência com sites de lojas, bancos e agências de viagem que são lentos, agem de maneira errada ou quebram durante transações, de acordo com uma análise da empresa de monitoramento web, Gomez., adquirida pela Compuware.

Enquanto compradores estão dispostos enfrentar muitas filas nas lojas da vida real durante as festas de fim de ano, eles não querem saber de revendedores de web que demoram a abrir devido ao aumento do tráfego online, diz Loeb.

Mais de dois terços dos entrevistados dizem que não têm mais tolerância do que em épocas normais. “Eles esperam que os sites sejam tão rápidos como em dias comuns”, afirmou Loeb.

“O desempenho da web tem impacto nos negócios, seja em relação à receita, conversões ou banda”, disse o vice-presidente de marketing da Gomez, Jeff Loeb.

Para o estudo, a Gomez entrevistou 1,5 mil pessoas que conduziram transações pela internet durante as festas de fim de ano, períodos de férias escolares e mudanças de ações de mercado.

A pesquisa, feita em dezembro de 2009, descobriu que 78% dos consumidores passaram para sites rivais ao enfrentar demoras, erros ou problemas de transação.

Além disso, 88% não voltam ao site cujo desempenho os desapontou. A marca da empresa também sofre. “Pessoas são impacientes atualmente e não querem esperar”, ele disse. “Eles têm outras chances.”

Em 2009, 72% dos entrevistados encontraram sites mais lentos durante épocas de pico, como festas de fim de ano. Em adição, 58% relataram erros e 51% encontraram problemas ao finalizar as transações.

O problema afeta os três tipos de sites: lojas, agências de viagens e bancos. “As expectativas do usuário não foram atingidas durante as épocas de pico do ano passado”, disse Loeb.

Não apenas os usuários farão seus negócios em outros lugares, como também devem compartilhar suas experiências ruins em redes sociais. Dos entrevistados, 42% responderam que compartilhariam as experiências dessa forma, de acordo com o estudo.

Dicas
Problemas em sites estão se tornando cada vez menos comuns, e varejistas, instituições financeiras e agências de viagens precisam ajustar o desempenho para que a experiência do consumidor seja consistente. “A próxima fronteira é o tempo de resposta”, segundo Loeb.

Para cumprir estas metas, a Gomez recomenda que as empresas determinem se seus aplicativos e sua infraestrutura podem suportar altos volumes de tráfego em horas de pico realizando testes.

“Organizações devem saber o quanto aguentam, quantos usuários podem acomodar antes do desempenho começar a cair”, diz Loeb. “Épocas de pico são as que geram mais receita, então você deve estar confiante de que tudo foi testado e que funcionará corretamente”.

Além disso, as empresas precisam garantir que seus sites funcionem tão bem quanto concorrentes e líderes da indústria, porque são essas as expectativas dos consumidores.

Finalmente, os sites precisam ser continuamente monitorados, particularmente da perspectiva do usuário.

(Juan Carlos Perez)

Você precisa, nós criamos!

Precisa dar um “UP” no design da sua página ou no departamento de criação da sua agência? Você ou sua empresa ainda não possuem uma página na internet e precisa de algo que esteja a altura da sua marca ou produto? Você não cria nada mas precisa de alguém que crie? Você é vendedor, publicitário ou programador e preciso apenas do layout (UI Design)?

Você está no lugar certo!

Somos especialistas em Designer Gráfico e de Interação com Proficiência no Design de Interfaces (UI Design) , MySpace, Twitter, Web Sites, Hot-sites, CMS, SEO, CSS, Identidade e Comunicação Visual, peças publicitárias, encartes de CD e DVD, enfim, se é comunicação visual, nós produzimos!

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Redes Sociais, Blogs e Publicidade Online

Imagine milhões de potenciais consumidores reunidos em um espaço para troca de informações, ideias e conceitos. O seu público alvo a alguns cliques de distância, e o seu produto anunciado de uma forma instantânea e efetiva. O resultado que as mídias tradicionais proporcionavam por um alto custo, as novas mídias online estão superando. E o melhor de tudo: a um custo bem menor.

Melhor ainda se o design, ou seja, o visual do seu blog ou do seu twitter tiver a sua cara, a identidade visual da sua empresa!

As mídias sociais se tornaram um verdadeiro fenômeno. Blogs, Orkut, Facebook, Twitter, fóruns, e-groups, instant messengers, wikis e sites de Sharing (YouTube, Flickr) são visitados diariamente por 2/3 da população global. No Brasil, 80% dos usuários da rede usam as mídias sociais, e o tempo gasto nos sites de relacionamento tem crescimento três vezes superior à média da internet.

As pessoas buscam nas mídias sociais um espaço para compartilhar experiências, encontrar pessoas e aumentar suas redes de contato. Surgiram comunidades de diversos assuntos, agrupando usuários por gostos, opiniões e interesses. Não demorou muito para as empresas descobrirem que essas redes poderiam ser uma forma eficiente e rápida para divulgar sua marca e ainda estreitar a relação com os clientes.

Um estudo feito em setembro de 2008 pela empresa americana Cone INC. (Business in social media study) constatou que 93% dos usuários de mídias sociais acreditam que as empresas deveriam estar nessas redes, e 85% acredita que estas empresas devem não só estar nas redes sociais, mas também interagir com seus clientes. A Petrobrás, a Claro e a IBM criaram blogs corporativos. A Dell, a Samsung, a Starbucks e a Ford aderiram ao microblog Twitter para manter os clientes informados de suas novidades. As pequenas e médias empresas também estão descobrindo as vantagens da rede. Seus produtos e serviços são divulgados mundialmente a milhões de consumidores cada vez mais interessados.

As empresas utilizam essa estratégia de marketing para tornar a marca mais acessível aos seus clientes, inserindo-a no dia-a-dia do seu consumidor, e informá-los de todas as atualizações, desde os lançamentos de produtos até promoções e ofertas. Torna-se uma forma interativa, e em tempo real, de estar em constante contato com o cliente, que pode dar suas sugestões e fazer suas reclamações. Entre as vantagens está o feedback imediato da aceitação do produto e da marca. É possível dizer que as mídias sociais tornaram as relações entre empresas e clientes, que antes eram estritamente comerciais, em relações sociais.

Entre em contato conosco e aproveite tudo o que a internet pode oferecer a sua empresa e seus negócios!

Acessibilidade e Usabilidade

Um site com boa acessibilidade e usabilidade é encontrado nas buscas e contém todas as informações que foram prometidas, satisfazendo os visitantes com o conteúdo esperado. Para que o site tenha boa acessibilidade e usabilidade é necessário que desenvolvedor e o profissional SEO trabalhem juntos, ou que a empresa tenha profissionais que atuem nas duas áreas. Portanto, não basta ter um site com um bom ranking e bem posicionado nas buscas, se os visitantes saem insatisfeitos do seu site, porém, um bom site sem ranking também não é interessante.

Como um exemplo de como um site pode não ser usual, é quando ele implementa paginação usando <prev e next> . Isso é extremamente prejudicial a humanos (devem clicar várias vezes para chegar ao nível desejado) e para os buscadores, que pela dificuldade de indexar essas páginas, acabam por considerá-las menos importantes. Esse efeito é chamado de “death by pagination”. Para resolver esse problema é possível usar links para as páginas individuais, como <prev 1 2 3 4 next> ou adicionar um sitemap.

Vale ressaltar, que essa “teoria” não vale só para paginação, ou seja, se em seu site você tem uma página A, que para chegar a essa página o usuário deve dar 5 ou mais clicks, poucos usuários chegarão a ela e o crawler não dará muita importância. É aconselhável que o usuário possa alcançar qualquer página do seu site com no máximo 3 clicks, porém, se pudesse alcançar todas com 2 clicks seria o ideal (ou pelo menos as páginas mais relevantes).

Mais isso é viável? Como pode ser feito? Existem várias técnicas para que o site fique mais usual e as páginas mais fáceis de serem alcançadas. A primeira coisa é fazer um bom planejamento, ou seja, ter barras de navegação organizadas e que levem as páginas mais importantes.

Outra técnica é fazer o uso dos breadcrumbs, que são muito importantes quando estamos falando de acessibilidade e usabilidade (são também barras de navegação do tipo Navegação: Mestre SEO » SEO » Códigos de Redirecionamento , que podem ser vistas abaixo do cabeçalho do nosso site). Não vou me aprofundar muito nos breadcrumbs, pois eles são muito importantes e merecem um post especí­fico.

Também podemos fazer uso, e isso é extremamente recomendado, de um sitemap. O sitemap facilita muito na questão do número de clicks. Através dele o usuário pode acessar praticamente qualquer página de um site com um número bem menor de clicks. Isso sem falar que o sitemap ajuda a evitar queda no ranking por roubo de conteúdo (ele faz com que o conteúdo seja indexado muito mais rápido).

Por hoje é isso pessoal! Esse é um assunto muito abrangente e com certeza existem várias outras técnicas para melhorar a acessibilidade e usabilidade de um site. Espero em breve estar voltando a escrever sobre isso.

Fonte: http://www.mestreseo.com.br

Usuário final – Parâmetro para a qualidade do sistema

No final de 2009 fui a uma livraria bem conhecida, uma das principais de São Paulo e do Brasil, para comprar alguns livros. Tive algumas experiências de “usuário final” utilizando o sistema de busca em seu site para encontrar livros e comparar preços e, também, nos sistema de busca da loja física para encontrar livros informações.

Aqui vou dizer o que vi de melhoria nesses sistemas, alguns erros são bem genéricos e não podiam ocorrer em nenhum tipo de situação outros são específicos para um sistema de comércio eletrônico e podem ser úteis na hora em que estamos prestes a entregar algum sistema (sim, fiz comentários diretamente à loja, ao final da minha compra).

Claro que eu sempre faço uma boa busca na Internet para os produtos que eu quero comprar, assim, quando eu já sei o que busco (no caso, os livros que iria comprar pra mim), faço comparativos de preços e avalio a credibilidade das lojas onde os encontrei. Mas, quando não sei exatamente o produto que desejo (no caso, os livros que iria comprar para presente), vou filtrando por categorias de afinidade, valores, até chegar em algum produto mais específico e refazer as buscas para ele como se fosse para mim. Minha compra era uma coleção de cinco livros de ficção científica, três de matématica, um de química e dois livros de programação. E decidi que iria comprar todos na mesma loja.

A experiência no site da loja não foi tão ruim, mas, claro que muitas coisas podiam melhorar.

A principal característica ruim foi o excesso de publicidades de ofertas obstrusivas. Claro que eles querem vender ao máximo e uma boa forma de promover a venda é exatamente adicionar propagandas; o problema é a forma como elas são feitas. Adicionar propagandas de livros mais vendidos não me chama em nada a atenção, já que não sou fã de livros de auto-ajuda, por exemplo. A publicidade deve ser bem direcionada ao perfil do usuário, assim, se ele estiver logado, as suas preferências devem ser dispostas em destaque (livros que ele ainda não comprou, claro), e também livros relacionados ao mesmo assunto. Se o usuário ainda não estiver logado, livros relacionados ao que ele buscou devem vir destacados. Caso ele ainda não tenha feito nenhuma busca e ainda está na página inicial, deixe-o em paz!

O problema desse tipo de propaganda (obstrusiva) é que ela atrapalha a navegação do usuário, sendo necessária a sua intervenção para voltar com o que estava fazendo. Portanto, as propagandas podem existir (mesmo sendo não-relacionadas, em último caso), mas não devem atrapalhar a navegação principal.

Outra característica que notei foi a falta de uma verdadeira relação nas informações dos livros. Veja, no momento em que fiz a busca e via as informações específicas de um livro X, os livros relacionados a ele (quando existia algum), são agrupados de acordo com as tags que foram adicionadas previamente, mas não necessáriamente são realmente relacionadas ao assunto específico do meu livro X.

O ideal, nesse caso, seria um relacionamento feito a partir da busca realizada e devidamente filtrada ‘pelo usuário’, onde, nessa mesma lista, até existem itens verdadeiramente relacionados.

Ainda no site, outra característica ruim, foi a parte de filtragem, que parecisa ser bem genérica (preço, editora, categoria). Mas, como se trata de produtos bem específicos (livros, cds e dvds, basicamente), deveriam ter uma opção igualmente bem específica para a filtragem, ou seja, adicionar diversas outras opções para serem filtradas, e a cada filtro poderiam surgir outros , já que em caso de o usuário clicar em “livros”, pode-se ter muitas coisas que diferenciem um livro específico e que não são genéricas (não serviriam para cds e dvds).

Além dessas listadas acima, outra dificuldade encontrada foi a escassez de informações sobre disponibilidade e estoque. Sim, pois como em época de final de ano muitas pessoas compram presentes nessas lojas (eu incluso), em apenas algumas horas um produto que estava como “disponível” poderia muito bem não estar mais. Nesse caso poderia ter informações de projeções de venda como um cálculo feito sobre a venda do mesmo produto nos últimos dias, juntamente com um levantamento da projeção do último ano por exemplo. Claro que não seria 100% de certeza, mas esse cruzamento de dados ajudaria em mais de 70% dos casos, no mínimo.

A pior experiência foi no sistema interno na loja. Esse sistema era totalmente arcaico, visivelmente já utilizado por muito tempo e sem nenhuma atualização. Para um usuário que fez a mesma busca algumas horas e dias antes no site da empresa, fazer essa mesma busca no sistema interno era quase impossivel.

O sistema era um sistema WEB, nos moldes da era de 1990. A primeira modificação seria deixar pelo menos o layout semelhante ao do site. A empresa, de uma maneira ou de outra, é identificada pela sua identidade visual, ou seja, desde folhetos, até o site público deve seguir e manter um padrão.

Quando comecei a fazer a busca, vi que o formulário do retorno da busca vinha preenchido, mas da forma que ele convertia para o formato do banco de dados, por exemplo, tirar acentuações, caracteres especiais e outras coisas. Tudo bem, o sistema fazer isso para fazer a busca, mas o usuário não precisa saber disso, bastava manter a busca e utilizar outras variáveis internamente para a busca.

Pior que isso foi quando cliquei em um dos itens e as informações eram realmente vagas, tanto que um dos livros que estavam como disponíveis na prateleira de ficção científica, não estavam realmente disponíveis; fiquei um bom tempo nessa prateleira, até que uma atendente me disse que o estoque do sistema só é atualizado ao final do dia, não quando a venda é feita.

Por último, fiz uma busca de apenas uma palavra, para achar o último livro, já que não estava com paciência e nem tempo pra digitar todas as palavras. Resultado: o sistema demorou um pouco até me retornar o seguinte: “mais de mil livros foram encontrados, refine sua busca”. Isso é quase inaceitável, para que serve o sistema de paginação se a resposta não pode ter mais de mil registros?!

Nada de “itens relacionados” no detalhe do produto, informações bem vagas e claro que todos os defeitos do site também estavam presentes, além de todos os encontrados apenas no sistema da loja física..

Enfim, todos esses erros e alguns outros possíveis, poderiam ser resolvidos, alguns com pouco e outros com muito trabalho, bastando avaliar o site, em primeiro lugar do ponto de vista do usuário final, e também o real sentido de o site ou sistema e-commerce estar no ar, pois muitos usuários terão o prazer de não voltar mais a fazer compras em empresas com sistemas assim.

Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/15430/desenvolvimento/usuario_final_parametro_para_a_qualidade_do_sistema/

iPad lembra um iPod gigante

A Apple anunciou nesta quarta-feira (27/1), em São Francisco (EUA), o tão esperado tablet. Chamado iPad, o aparelho se parece com um enorme iPod, com tela sensível ao toque.

“Nós queremos começar 2010 lançando um produto verdadeiramente mágico e revolucionário”, disse o CEO da empresa, Steve Jobs, depois de subir ao palco no Centro Yerba Buena, em San Francisco (EUA).

As especificações técnicas incluem redes sem fio Wi-Fi 802.11n e Bluetooth 2.1, tela touch de 9,7 polegadas, acelerômetro e bússola. O chip foi identificado pela Apple como um A4, de 1 GHz, de projeto próprio. A memória, do tipo flash, varia entre 16, 32 e 64 GB. Seu peso é de 680 gramas e sua espessura é de 0,5 polegada (1,27 cm). A bateria tem duração estimada de 10 horas.

Além das variações de memória, o iPad será oferecido em duas versões, com ou sem 3G. Os preços das versões sem 3G (apenas com Wi-Fi) são 499 (16 GB), 599 (32 GB) e 699 dólares (64 GB). Já as versões com conexão 3G custam 629 (16 GB), 729 (32 GB) e 829 dólares (64 GB). As vendas começam em 60 dias.

Leia mais na MacWorld.

Compare o iPad com outros tablets.